É aqui estou eu de novo escrevendo nesse blog para quem quiser ler não que isso faça sentido, nada na vida tem sentido. Inclusive não tem sentido eu estar escrevendo a porra da vinha vida nesse blog ridículo o qual eu criei. É mas eu estou fazendo isso! Então vamos acabar logo com essa merda!
Quem sou eu?
Eu sou o que eu quero ser?
Ou sou o que o mundo quer que eu seja?
Quem sou? O que quero ser?
Quem eu quero ser? Eu quero ser alguma coisa?
Eu realmente posso ser o que eu quero ser?
Eu sou alguma coisa ou nada sou?
Eu realmente tenho algum poder sobre mim?
Quando me falam você tem escolha. Eu realmente tenho escolha? Ou a minha escolha é a escolha que já esta pré destinada a mim?
O destino existe?
Tudo tem um sentido?
Eu nasci para alguma coisa?
Há u motivo no final de tudo isso?
O que é o ser humano?
De onde surgimos?
Acabamos?
Por que morremos?
O que é o amor?
O amor existe?
Porque temos um ciclo de vida de pura rotina baseado na média de 65 anos onde fazemos:
Nascer: numa junção de corpos, um ato de prazer e às vezes de dor, passar 9 meses dentro da barriga de uma estranha que num futuro aprendemos a chamar de mãe nascer sem saber nada, só alimentar-se onde já há uma malicia, pois comemos do seio da estranha. E passamos cerca de 1 ano assim mamando e evacuando em uma fralda pois naum temos autonomia para andar até o lugar estranho que eles chamam de banheiro. Não sabemos falar à língua que nossos pais falam. (uma coisa que jamais entenderemos já que essa língua muda de acordo com o lugar em qual nascemos) então falamos a língua universal: o choro, chorar, algo que não muda independentemente do lugar a onde estamos que idade temos, ou quanto dinheiro possuímos, e que sempre esta em um ponto alto. Ou se chora de dor, tristeza, raiva [ponto ruim] ou se chora de alegria felicidade, amor [ponto bom] então quando bebe, choramos quando estamos com fome, sono, sujos, felizes, tristes, com medo, simplesmente choramos. Isso mais ou menos até o 1 ano. Totalizando, 9 meses na piscina dentro do útero da mãe, e 1 ano para fazer o reconhecimento do lugar estranho onde viemos parar, mesmo na tendo consciência dos nossos pensamentos , nosso maior sonho no primeiro ano de idade e voltar a ser parte de um esperma e um ovulo , só ser parte do prazer dos adultos, ser conseqüência de um ato sexual, mas a conseqüência leve naum essa que nos faz sofrer com tudo o que vivemos.
Dos 2 aos 5 anos: uma época chatissima, é a fase do aprender, aprender a falar , a comer, a usar o banheiro, a ser educado, a não chorar por qualquer coisa, a desenhar, a ligar a TV, aprender; aprender; aprender;...
Dos 5 aos 10 anos: escola. Começamos um pequeno ciclo que dura em media de 12 anos, onde aprendemos que o mundo quer que aprendemos, onde aprendemos que não temos escolha mais que querem que pensamos que temos.
Dos 10 aos 18: descobertas, onde tudo começa a fazer sentido, onde todo o prazer que nos foram escondidos mais sempre estiveram La. Mais esse sentido começa a gerar duvida. E a duvida tem sentido, pois gera outros tipos de duvida, as minhas duvidas, as duvidas dele, as duvidas de todos, nem sempre explícitos às vezes La no fim da mente sempre há duvidas. E há o tédio, tudo é tédio, e há a ultima fase da escola e ultima e demorada fase da escola, essa idade é a que fazemos amigos falsos que dura a vida toda e nos apaixonamos perdidamente por 3 meses.
Dos 18 aos 28: faculdade, trabalho, responsabilidade, há duvidas, mis é preciso se conformar com elas, o mundo pede muito de você e não te devolve nada, só mais duvidas e duvidas.
Dos 28 aos 38: responsabilidades vezes mil., engravidar, ver os filhos crescerem, mais trabalho, mais dinheiro, mais gastos, mais bagunça, mais, mais, mais tudo.
Dos 38 aos 50: colhendo os frutos, menos trabalho, menos dinheiro, menos gastos, filhos grandes, cabelos brancos, mais casa menos riscos, menos tudo.
Dos 50 ao fim: um estorvo para a sociedade, ganhar sem trabalhar, velhice curtir os netos rebeldes, pele enrugada, nada em disposição tédio até o final.
E o fim simplesmente acaba do nada. Se entregamos sem mais nem menos sem escolha sem ter aproveitado. Apenas vivemos pela sociedade e nunca por nós mesmo. Não fizemos nada por vontade própria. Viveu-se a rotina e nada mais não se teve escolhas só ordens e ponto final.
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