domingo, 28 de agosto de 2011

robôs em direção ao inferno

entrada da escola oq se se? alunos, todos iguais, chegando de ônibus, perua escolar, carros, moto, apé, todos entrando em um mesmo lugar.
rotina! acordar, colocar o uniforme( que é idêntico p/ tds pq naum pode haver diferenças em roupa p/ um achar q pode mais q o outro), pegar a mochila e seguir para a escola, todos os dias, a mesma rotina, as mesmas pessoas, os mesmos rostos falsos, as mesmas aulas, um tédio eterno.todos os dias aprender a mesma coisa só que em graus de elevação diferente. todos, iguais demais, com a mesma rotina indo direto para o inferno diário, que nos limita horário.iguais demais, sem personalidades. ROBÔS! sem almas, pois, para entrar no inferno de todos os dias é preciso deixar a alma na entrada e pega-la na saída. colegas robôs todos usando suas mascaras, todos pregando a mesma coisa "eu sou um 'robo' diferente", "eu que mando em mim", "blá blá blá", mas na verdade todos os robôs sabem que são comandados por um robô chefe, que os obriga a descer ao inferno de segunda a sexta( e as vezes de sábado) e vc ainda pode escolher o período (como se fosse muito poder escolher o período hahaha), mais o pior de tudo o q não da p/ aceitar é que ainda tem a coragem de dizer que descer ou naum ao inferno é nossa escolha( como se essa escolha naum tivesse uma puta consequência), mais e ai? se escolhermos o contrario?o que acontece? e se escolhermos não ser moldados no inferninho diário, se escolhermos poder escolher?
IMPOSSÍVEL!!
nós apenas mantemos essa ideia em nossas mentes para fingir que podemos pular fora a hora que quisermos.mai se o fizermos seremos considerados os "robôs rebeldes" e seremos banidos da qui!! eles não falam isso na nossa cara, mais é a mais pura verdade.se não virmos ao inferno todos os dias , não podemos atingir a idade e ir ao inferno maior que é preciso p/ ganhar a moeda inferna que sustentara os meus luxos num futuro bem proximo e tudo que eu preciso para sobreviver, ou seja se eu aos 15 anos não vir ao inferno todos os dias ao qual eu "não sou obrigada a vir"  aos 30 não serei porra alguma!!!

ÉÉÉ, RSRS
IMAGINA SE EU FOSSE OBRIGADA A VIR ENTÃO!!!



VAI ENTENDER....


OBS. TECNICA :nesta postagem existe muito inferno e uma garota infernal escrevendo isso

by:GABY NIZa




quarta-feira, 27 de julho de 2011

desabafo

a irritação me dominou. sou fraca, não consigo me controlar, meu único desejo agora? bater em alguem ou em alguma coisa.no meu normal não sou uma pessoa agressiva, não muito..., as vezes finjo ser p/ ser respeitada, mais essa situação exige mais de mim , mais do q eu posso dar. eu só quero q as coisas voltem ao normal., que ela pare de ser o centro das atenções e que as promeças voltem a ser cumpridas. qro poder gritar com ele e p/ eles e principalmente p/ com ela. gritar q isso naum esta certo q isso é loucura demais p/ mim.qro mostrar a tds q no meu cantinho feliz nada pode me atingir, sou forte aqui.aqui eu sou mais forte do que em qualquer lugar. aqui!?! é o meu lugar! quer me assombrar?faça isso em um lugar que realmente me assuste.aqui? a unica coisa q vão conseguir é que eu assassine alguem ou que ela acabe me matando se raiva... ou de tédio.aqui foi onde eu nasci e cresci nada vai me alcançar enquanto eu estiver aqui.  nem quando eu estiver la., mais só no lugar certo o lugar q me assusta e me protege ao mesmo tempo. sou tão descrente dessas coisas que praticamente torço para os dois lados. ótimo! proteção dupla.ela esta louca. o manicômio naum fica muito longe.eu não sou baba de assassina mt menos de suicida. quer ser o demonio? foda-se! quer ser jesus? foda-se igualmente! ja passei por isso entaum naum tente me assustar... eu só quero q minha vida volte ao normal. quer saber o que eu acho? sinceridade? vc que pediu. morra!! agente finge q chora um pouco, passa num psicologo,e nossas vidas voltam logo ao normal. eu só quero terminar a porra da minhas ferias em paz.e ser feliz! escrever aqi para o mundo ou talvez só p/ mim ajuda muito, mais não o suficiente.eu gosto de ler ficção falar e escrever sobre monstros terror é o q eu domino mais eu nunca pedi p/ minha vid tornar-se um de meus contos dermoniacos. se isso passar talvez de um bom livro tedioso demais se acabar com morte pelo menos da um bom final p/ tds eu nem gosto dela naum vou sentir sua falta pelo menos vou perder alguem q fika falando q vai me matar um inimigo a menos!!kkk's !! cara vc viu o quanto ele ta sofrendo? tds estão , ele chora enquanto eu escrevo e eu nunka o vi chorar. monstro é isso q vc é e eu te odeio!! eu só quero ser humana apesar de ter nojo disso. mais acho q tenho nojo por que isso não acontece com  pessoas normais vai ver por isso q são normais. eu qro ser normal.engressado eu sempre achei q ser normal era tedioso eu sempre achei q ser diferente é oq valia  eu sempre fiz coisas de garotas e coisas q garotas naum faziam. gosto de moleton largo rock e futebolgosto de fazer doces e naum sou mt boa em amaras veses gosto das pessoas a maioria das veses não!! agora não! p/ mim pode morrer td mundo inclusive eu e principalmente ela. não ligo. espero q isso seja o fim do mundo pq qndo os monstros saem dos filmes ou os monstros precisam ser irnternados em uma clinica psiquiatra ou eu!!

domingo, 5 de junho de 2011

alguns trechos de minha história

Melissa Murlock estava em seu quarto, deitada em sua cama. Ainda não havia se acostumado com aquela nova casa. Aquele novo estilo de vida. Dentro de 2 meses entraria na nova escola. E estava com medo. Ela sabia que podia contar com seus dois irmãos mais velhos Lucas e Gabriel. Eles a apoiavam em tudo. Mesmo que ainda sofressem tanto quanto ela. E também podia contar com dois primos Angel e Renan os quais também compartilhavam o mesmo tipo de dor que ela. Há três meses atrás em uma viagem de negócios os pais de Melissa, Lucas, Gabriel, Angel e Renan haviam morrido em um acidente de carro. Foi muito trágico, e marcara o coração de cada um deles. Agora os cinco primos que mal se conheciam tinham viajado para São Paulo e moravam com a avó Cornelia Murlock.
             
                                                                               *****
  Cornelia era uma pessoa muito fria, tinha perdido seu marido muito cedo e entrou em um estado de depressão após isso. Tinha três filhas. E todas se distanciaram depois da morte do pai. As três irmãs mal se falavam. Cada uma tomou seu caminho. Julia era a mais bem sucedida entre elas, havia estudado muito e se casou com um homem o qual ela amava, e teve três filhos dele, Lucas, Gabriel e Melissa. Ela e seu marido eram grandes empresários e ganhavam muito bem com isso. Moravam todos em uma bela mansão em Minas Gerais. Julia havia reencontrado há pouco tempo sua irmã mais nova mariana a qual começou uma parceria nos negócios da família. Mariana era casada e tinha dois filhos. Angel e Renan. Eles moravam no Rio de Janeiro. Mariana também era uma grande empresaria quase tão bem sucedida quanto Julia. Agora que as duas se reencontraram e viraram sócias estavam sempre em viagens de negócios. Tanto os filhos de Julia quanto os de Mariana não se davam bem. Eles tinham personalidades muito diferentes uma da outra.
 E também havia Lucia a irmã caçula de Julia e marina, a que havia sofrido mais com a morte do pai tinha se voltado para o lado das drogas e engravidado, ninguém já não ouvia falar de Lucia há muito tempo.

                                                                                    *****

Melissa acordou naquela manhã ainda muito cansada, suas noites não eram nada fáceis, tinha pesadelos quase em todas elas e geralmente era com a morte de seus pais. Já iria fazer uma semana que estava morando com a avó em são Paulo e para ela isso tudo era muito novo. A avó Cornelia não era o que chamávamos de avó do sonhos, ela era uma pessoa muito fria que nunca sorria. antes de os netos irem morarem com ela, morava sozinha naquela mansão. Apenas com seus empregados. Nunca saia de lá. Mell se sentia incompreendida dentro daquela casa. Era a mais novo tinha apenas 15 anos. Sentia falta dos amigos que tinha deixado em Minas Gerais, e não suportava os primos Angel e Renan.
Para ela Angel era uma garota muito fresca e estranha tinha 17 anos usava um corte de cabelo masculino e não usava vestido nem salto alto. Já Renan era idiota, sem noção e que se achava muito. Era muito bonito isso Mell não podia negar mais o jeito arrogante dele anulava tudo. Ela sabia que podia contar com seus irmão. Lucas tinha 16 anos e era muito legal, alem de bonito, adorava rir e brincar. Já Gabriel tinha 18 e era o mais serio dos três, sempre dava ótimos conselhos. Estava dando depressão lembrar de tudo isso então Mell se levantou e tomou um banho quente e então desceu para tomar o café da manhã.

******


- Bom dia senhorita Melissa Murlock. Como passou essa noite? – irritou Renan
- Estava bem até ver essa sua cara feia Renan. – devolveu Mell
- Feio eu? Um cara de rara beleza como eu Mell? Sou o garoto mais belo do mundo não acha? Esses meus belos cabelos sedosos e esse rosto maravilhoso, sem falar desse corpo, do tanquinho. Eu deveria ser um deus. Não qualquer deus. Deveria ser o deus da beleza. Já viu homem mais belo que eu? – se vangloriava Renan enquanto passava a mão por seu corpo.
- isso foi uma piada? Por que estou morrendo de tanto rir agora. – devolveu novamente Mell
- você é uma criança muito irritante Melissa, cresce garota. – foi o que Renan falou com desdém.
- vou te mostrar o quanto criança eu sou Renan, vem provar da criança vem. Vem ver tudo que essa criança sabe fazer. – irritou-se Mell ao chegar encarando Renan de peito a peito.


qm eu sou?

Quem sou eu?
Como posso identificar em mim aquilo que eu sou de verdade e aquilo que querem que eu seja?
Em que momento deixo de existir na minha essência e passo a ser aquilo que moldaram?
Quem nasci?
Quem sou?
Quem quero ser?
Até que ponto não sou quem me forçaram a ser?
Apenas sombra de todos que me influenciam.
Até que ponto não sou produto do que o dinheiro pode comprar?
Quantas capas tenho que despir até poder me reconhecer?
Quem é essa pessoa que o espelho reflete?
Quantas caras, quantas bocas possuo?
Quem sou eu, afinal?

O meu destino sou eu. O meu destino faço eu.
Eu construo passo a passo. Os passos do meu caminho.
Meu caminho eu que faço... O meu destino sou eu!!!

sábado, 4 de junho de 2011

Morrer é fácil. Complicado é viver.


       A rua era deserta, fantasmagórica, escura. No fim, no meio das sombras Agatha não sabia o que fazer, se sentia em um beco sem saída e não tinha idéia de como tinha chego ali, estava assustada, com frio e fome, era uma noite muito fria aquela, sem lua e sem estrelas, e pela primeira vez na vida Agatha sentia falta do barulho da cidade, de todos aqueles carros e buzinas, do som das pessoas gritando, ‘há’ o que ela daria para estar em seu apartamento àquela hora, gozando de um bom livro, talvez ‘A cabana’ ou quem sabe ‘Morro dos ventos uivantes’ ou talvez até ouvindo uma boa musica clássica, riu sozinha diante daquele silencio e se assustou com o barulho que isso provocou, já sem forças ela encostou-se a uma das paredes sujas daquela rua sem saída, sentou-se fechou os olhos e uma lagrima escorreu de seus olhos ao se lembrar dos acontecimentos que a levaram até ali.
        Agatha estava feliz àquela tarde, acabara de sair da faculdade e estava satisfeita com suas notas, os pais ficariam orgulhosos mais do que já eram, afinal vinha de uma família de classe media baixa e tinha conquistado muito na vida, tinha 23 anos e cursava psicologia na USP, tinha um lindo apartamento no centro da cidade de São Paulo, fazia um ótimo estagio no qual ganhava muito bem,e um namorado que ela amava muito, então quando o celular dela tocou e ao atender ouviu a voz de seu amado do outro lado da linha, seu coraçãozinho se encheu de alegria. Os dois sairiam àquela noite para um barzinho o qual havia acabado de inaugurar, eles faziam um ano de namoro naquele dia e Agatha se sentia uma vitoriosa por isso, ela amava muito ele e o considerava o homem de sua vida. Foi para casa, tomou um banho quente e se vistiu mais linda do que nunca, afinal era uma data especial, as oito em ponto Marcos estava em sua porta. Os dois saíram e se divertiram muito, ele havia exagerado na bebida e Agatha tinha aula no dia seguinte por isso mais ou menos as onze e quarenta ela já queria ir embora. Era fácil perceber que Marcos estava bêbado, mais a surpriendeu quando ele apertou seu braço com um pouco mais de força machucando-a mais foi quando ele lhe deu um tapa em seu rosto que Agatha começou a chorar e saiu correndo pelas ruas daquele bairro desconhecido ,o que pareceram por horas, até se deparar com àquela rua deserta, fantasmagórica e escura típica de filmes de terror, os quais ela tanto gostava de assistir com marcos. Abriu os olhos e percebeu que tinha voltado a chorar, levantou-se e começou a andar. Apressou-se em sair daquele beco escuro, não gostava dali, decidiu se empenhar para achar a saída daquele lugar, iria pegar um ônibus ou um táxi e iria esquecer aquela noite macabra.
         Andando sem saber para onde ir, Agatha explorava as ruas, vielas e becos daquele lugar desconhecido, as ruas não tinham nome e sempre davam em lugares piores do que os que ela já havia saído. Parece que tudo acontece para ajudar, pois seu celular havia descarregado muito antes de ela ter a brilhante idéia de ligar para alguém. Morava sozinha em seu AP então provavelmente ninguém sentiria sua falta até o amanhecer. Todos sabiam que ela nunca faltava às aulas, então procurariam por ela, ela tinha amigos que a amavam. Mais será que eles a amavam tanto quanto Marcos a amava? Ela sentiu uma tristeza avassaladora voltar a reinar seu corpo. Nunca sairia dali. Morreria e ninguém nem sentiria sua falta. Pela primeira vez em muito tempo rezou. Ela não acreditava em Deus. Para Agatha o termo ‘Deus’ apenas significava alguém em que podemos agradecer pelas nossas conquistas que alias foi nossa culpa nos darmos bem não dele e criticar pelos nossos erros que alias também não são culpa dele. Agatha rezou. Mas não rezou para o ‘Deus’ de todo mundo. Rezou para Daniel. Daniel sempre foi ‘Deus’ dela. Foi com ele que ela sempre pode contar. Não conversava com ele já há algum tempo, desde os seus 16 anos quando tinha tentado se matar. Agatha fez uma oração rápida, se sentia desconfortável de rezar para ele depois de tanto tempo, após terminar prosseguiu a caminhada, até ouvir um barulho estrondeante naquele silencio mortal.
         O barulho foi mesmo muito estranho diante daquele silencio, ela jurava ter ouvido um grito masculino xingando alguém ou alguma coisa. Esperançosa de não ser a única naquele lugar horrível Agatha correu em direção aos gritos e só quando se deparou com os olhos daquele homem de aparência assustadora percebeu a besteira que tinha feito, também percebeu que se arrependeria dessa atitude para o resto de sua vida. Logo que o homem deu um sorrisinho mal acabado para ela e deu um passo em sua direção, Agatha correu e correu sem olhar para trás, mas já sem esperança nenhuma de sair viva desta noite.
       O homem não era muito alto, mais também não era muito baixo, não cheirava muito bem, era possível sentir o seu odor de longe, era muito sujo e de um corpo muito magro, tinha uma barba espessa e muito grande a qual ele não devia fazer já há algum tempo, um boca com quase nenhum dente e vestes imundas e rasgadas, Agatha não sabia de onde o homem tirava forças para correr atrás dela, mais ele estava quase a alcançando. Ele gritava e ria dos esforços inúteis dela para tentar fugir dele, era um riso horrível que dava náuseas em Agatha. Ela era até que boa corredora, só que estava cansada e com fome, alem de estar de salto, foi isso que a prejudicou. O maldito salto. Era um de seus modelos preferidos, preto com lindos brilhos prata e com um salto agulha de 4 cm e foi com esse modelito que ela caiu ao chão e o homem assombroso pousou em cima dela, sentiu sua roupa ser rasgada e as mãos do homem tocando seu corpo, sentia o membro enrijecido entre suas coxas, sabia que a qualquer momento seria estrupada e ficaria ali para morrer, sentiu-se entregando ao frio com seu corpo já seminu jogou suas mãos para trás já em um gesto de desistência Agatha bateu-as em um tijolo e num pensamento rápido pegou-o e o quebrou na cabeça de seu agressor ele cambaleou e caio ao lado dela zonzo e sem pensar em nada ela saiu correndo com o resto de roupa que lhe sobrava no corpo, não pegou a bolsa que estava a alguns centímetros dali, apenas se livrou do salto e correu o mais rápido que agüentou por mais ou menos uma hora sem parar para descansar ou olhar para traz, correu até se sentir segura e quando parou simplesmente caiu ao chão e desmaiou, num sono profundo com talvez mais pesadelos do que sua propia vida.
       Agatha acordou e já era de manhã talvez até a tarde ela não sabia. Repassou o que tinha acontecido com ela nas ultimas talvez 12 horas. Brigara com Marcos, se perdera, quase fora estrupada, estava seminua deitada em uma rua de um lugar desconhecido, não tinha bolsa, não tinha dinheiro, não tinha nada. Será que alguém sentira sua falta? Será que alguém notara que ela havia sumido? Agatha decidiu-se naquele instante que morreria ali. Pois ela já não vivia mais, ela estava vegetando ali, ninguém a protegia, ela não conseguia proteger-se. Simplesmente fechou os olhos e imaginou o futuro que queria ter que sempre planejara ter, mas que na verdade nunca teria. Nunca terminaria sua faculdade de psicologia, nunca moraria na Europa, nunca se casaria com Marcos, nunca teria dois filhos dele, nunca mais leria nenhum livro ou ouviria nenhuma musica, nunca iria ver sua velhice feliz na Inglaterra vendo a neve cair. Ela era hipócrita por um dia ter pensado que conseguiria isso, ingênua, ela sempre teve a sempre teve a sensação de morte a rondado, mais nunca prestou muita atenção nela. Agatha sabia que não tinha nascido para mudar o mundo, ela havia nascido para morrer, pois a morte sempre foi à única coisa em que lhe deram certeza. Sem perceber ela havia voltado a um estado de mar de lagrimas.
        Agatha ficara de uma a duas horas ali apenas chorando. Estava de olhos abertos mais não estava acordada, estava fora de si. Voltou a perceber as coisas quando achou ter ouvido um latido, ficou de ouvidos atentos para ver se ouvia mais alguma coisa, depois de mais ou menos cinco minutos ouviu seu nome, pensou por um estante que talvez fosse seu agressor, mais como ele saberia seu nome? Ele podia ter visto em seu RG. Então ela teve medo por esse pensamento. Sabia que não tinha forças para fugir dele novamente, seria estrupada e largada para morrer ali. Não faria muita diferença, afinal ela já estava morrendo, ele só aceleraria o processo lhe causando um pouco mais de dor. Ouviu seu nome novamente e reconheceu imediatamente a vos masculina que a chamava, era a voz de marcos, ela reconheceria essa voz em qualquer lugar e em qualquer circunstância, ela teve vontade de responder ‘sim meu amor, eu estou aqui. Venha me buscar me salvar desse pesadelo’ ela gritava isso em sua mente, mas não tinha forças para gritar de verdade. Reconheceu mais vozes. Havia as vozes de Flavia, de Mayara, de Fernanda, de Chuck, de Bruno, de Junior e de Gustavo. Todos os seus melhores amigos estavam ali, as vozes familiares deles alegrou seu coraçãozinho. Também ouviu vozes estranhas às quais ela não conhecia que logo imaginou ser de policiais. E voltou a ouvir os latidos dos cachorros e por mais incrível que pareça reconheceu o latido de Max, seu Pastor Alemão.
      Agatha ficou parada por não ter forças de ir atrás das vozes. Ficou ali esperando ser encontrada, olhando para o inicio daquele beco dos filmes de terror esperançosa que alguém a encontrasse. Em meio de alguns minutos Max corria para seu encontro, e em meio a muitas lambidas como se tivesse consciência do que estava fazendo o cachorro começou a latir para que os outros a encontrassem e não demorou muito Marcos estava ali do lado dela vindo não se sabe de onde. Ele a abraçou, a beijou e em meio a tudo isso Agatha ouviu o discurso de marcos que ela pensou ser assim: ’Ai Agatha meu amor, o que aconteceu com você? Perdoa-me pelo amor de Deus. Você esta bem? O que fizeram com você? Eu estava tão preocupado. Já estamos a mais de 13 horas te procurando. Eu já estava pensando o pior. Quando achamos destroços de suas roupas, seus sapatos, sua bolsa completamente vazia. Ai meu amor me perdoa, por favor. Prometo nunca mais beber. Nunca, nunca vou encostar um dedo em você de novo. Nada disso teria acontecido se não fosse culpa minha. Um otário. Eu não vou me perdoar nunca por isso. Ai meu amor... ’Foi pelo menos isso que Agatha pensou ter ouvido.
       Enquanto Marcos não parava de falar, Agatha viu seus amigos se aproximarem e a abraçaram todos juntos. Ela se sentia extremamente amada naquele instante. Perdoaria Marcos afinal ele não era culpado por ela ter fugido do barzinho que nem uma louca e se perdido. Agatha não agiria como qualquer outro se humano e botaria a culpa pelos seus erros em outros ou em ‘Deus’. A culpa era dela e ninguém mais tinha nada a ver com isso. Marcos a aninhou no colo e a levou para dentro do carro de policia agora se sentindo protegida e na presença de seu amado e de seus melhores amigos Agatha voltou a dormir, agora se sentindo muito segura.
       Dois dias depois Agatha acordou no hospital, muitas pessoas foram visitá-la e com 2 semanas já estava de alta e voltou para casa, voltou ao seu ritmo normal, faculdade, estagio, namorado e apartamento. Ela estava se readaptando a tudo isso e devagar se livrando do trauma daquela noite. Ninguém ousava tocar no assunto e todos pensavam que ela teria um ataque de pânico a qualquer instante mais ela não teve.
       Os anos se passaram e a vida de Agatha foi mudando, se casou com Marcos, estava terminando seu doutorado em psicologia quando engravidou de gêmeos, ela já não pensava que a morte era a única coisa certa em sua vida. Pois tudo estava correndo as mil maravilhas como ela sempre sonhara, atualmente morava na Inglaterra em uma casa linda com Marcos, tinha um belo jardim a casa. Havia montado um consultório de psicologia e Marcos era dono de varias empresa, ela era motivo de orgulho de toda a família. Seu nono mês de gravidez havia chego e quando olhou para a janela da maternidade na qual ela estava internada viu que estava nevando e ficou subitamente feliz com isso. Agatha adorava a neve e nessa manhã não seria diferente, naquela noite daria a luz a seus gêmeos, ela estava muito ansiosa para que isso acontecesse logo.
Quando foi 10 horas da noite Agatha desceu para a sala de parto. Não estava sendo um parto difícil, mais estaria mentindo se disse se que estava sendo fácil. Segurando forte a mão de Marcos, pensou como era uma mulher realizada, tinha 30 anos, um ótimo trabalho, um ótimo marido, e estava dando a luz a lindos filhos. E então ouviu o choro de seus bebes e sua vida se encheu de alegria, Agatha se sentia a mulher mais feliz do mundo inteiro.
       Na manhã seguinte Marcos chegou cedo ao hospital maternidade, primeiro foi ver seus bebes depois iria até o quarto de Agatha para que os dois curtissem os filhos juntos. Foi quando a enfermeira lhe parou, pediu que se sentasse e lhe falou curto e grosso sem nenhuma dó:
-SRº Marcos, sinto ser eu a lhe informar sobre esse acontecimento trágico, mais é uma coisa extremamente recente, sua esposa morreu a cerca de uma hora com uma infecção hospitalar adquirida na hora do parto. Fizemos tudo que estava ao nosso alcance para salva-la.
Depois se virou e foi embora como se tivesse acabado de falar que não tinha pão para o café da manhã por isso comeriam bolachas.
Após a enfermeira retirar-se Marcos ficou ali vegetando na cadeira do hospital enquanto absorvia a noticia.




                     ‘A morte é a única coisa certa na vida de qualquer um. ’

‘Morrer é fácil. Complicado mesmo é viver e arcar com as conseqüências de nossas escolhas. ’

sábado, 7 de maio de 2011

o amor

foi-se escrito uma vez que só se é completo na vida após fazer algo que não gere arrependimentos,escrever um bom livro e viver um grande amor.
as primeiras duas tarefas são fáceis. escrever um livro e não se arrepender de alguma coisa qualquer um faz. mas viver um grande amor é quase que exclusividade para os mais finos e renomados poetas.
um amor e completo. um amor e eterno.um amor é infinito. um amor é lindo. para se viver um grande amor é preciso ter coragem, já que convivência não é nada fácil.
um grande amor exige brigas. brigas terríveis e mortais(rsrs).como prova de que se é completo e eterno pois verdadeiros amores superam tudo.
TEMPO.
DISTANCIA.
ÓDIO.
DESAVENÇAS.
MEDO.
INVEJA.
CIÚMES.
ETC,ETC,ETC.
TUDO.
o AMOR é COMPLETO por si só.
as pessoas são tão falsas ao dizer que amam. elas não sabem o que é o amor.como podemos nós, afirmarmos que amamos alguem?como podemos afirmar que estamos vivendo um grande amor?não o conhecemos...não conhecemos o amor e o que é amar.
as pessoas confundem o singelo e ingênuo amor com a paixão e as vezes com o desejo.mais a paixão e o desejo são sentimentos(são?)tão passageiros que não se pode comparar com a imensidão do amor.sim, eles fazem parte, mais não eles não precisão existir para que o amor exista.
primeiro passo para se encontrar em um grande amor: não procura-lo.quem procura pelo amor nunca é completo.não se deve acordar pensando:''será que hoje eu vou encontrar o amor da minha vida?'' o amor foge de pessoas assim, o amor procura pessoas que queiram vive-lo intensamente,por inteiro.mais que não o procurem nem o desprezem.o amor não quer ser procurado, quer se encontrado como que sem querer.
o amor não liga para aparência, pois aparência é ligada a coisas fúteis e o amor é tudo menos fútil.
um amor é uma linha interna. o amor nasce do olhos. os olhos são a fonte do amor. esses olhos que amam, vêem apenas outros olhares amantes, esses olhos não vêem a falsa beleza(que um dia acaba), não vêem as atitudes erradas. eles não diferenciam o certo do errado. eles apenas amam.
mas e como saber?como saber se a pessoa suposta mente escolhida é a certa? a resposta é simples e fácil. não há como saber.simplesmente se sabe.por que quando o coração acelera, as pernas tremem,o corpo sua,os olhos se fixa, uma sensação de borboletas no estômago acontecem só pode ser duas coisas.  ou é a morte que esta chegando (kkkk) ou se esta amando.isso acontece com grandes paixões as vezes solitárias que tem um enorme desejo interno de se tornar um grande e intenso amor.
e o grande problema da humanidade hoje é a convivência com os falsos amores as pessoas hoje estão uma com os grandes amores das outras por uma simples questão chamada desejo.e isso gera uma grande confusão interna. por que somos humanos e não fomos criados para amar, para se submeter ao amor e não pedir nada em troca.fomos criados para criar o amor( que na nossa mente na verdade não sabemos que só estamos criando uma falsa ilusão do que seria o verdadeiro amor na qual a confundimos com o desejo sem saber.) e ai que nos confundimos quando o amor nos confunde , nos da um rola e sai por cima rindo por tentarmos engana-lo nos enganando sem subitamente perceber nada.
o que entendemos sem nunca entender é que o amor não pode ser criado, ele pode apenas ser vivido, de forma intensa as vezes romântica, mais sempre, sempre, inexplicável.
mas o amor é assim mesmo, vem não sem da onde, fazer não sei o que, e se vai não sei por que, sem na verdade nunca sair do lugar, mais sempre se movimentando.
enquanto não encontramos, ou melhor não somo encontrados pelo amor, vamos vivendo o falso amor, e criando nossa falsa felicidade, que um dia se acaba sem mais nem menos.pois o falso amor não leva a nada, pois ele não é eterno, é só fruto de nossas escolhas, e quando estamos lúcidos do sentido de não se estar bêbado de amor por alguem, essa lucidez nos leva a escolher o mais bonito,o mais inteligente,o mais simpático,o mais divertido, o mais rico ou o menos chato.
isso volta a nos levar a falsa felicidade, pois não somos formados em cupidos pela USP,então vamos errando, errando, errando, até que um dia morremos e descobrimos que na verdade tudo foi em vão, descobrimos que não amamos ninguém de verdade, que não vivemos o grande amor dos poetas ou melhor não vivemos o nosso grande amor.
por que a vida é assim tão decepcionante como começa tão de repente como acaba.
então que seja eterno enquanto dure e que dure para sempre por que o amor que é eterno nem a morte destrói.
então levante a mão, grite, de um UP, quem é completo...nunca vimos o mundo tão quieto.
escrever um livro qualquer um escreve, viver um grande amor apenas para os corajosos que na verdade são grandes medrosos que disfarçam bem seus medos.
É A VIDA...É O MUNDO...É O AMOR=D

                                                                                              BY:GABY NIZA
                                                                        

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ler e simplesmente ler

literatura.PQ GOSTAR DA LITERATURA??
TALVEZ PQ ELA É A REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE. ISSO É DIVERTIDO, POIS QUANDO SE ESTA LENDO UM LIVRO VC SAI DA REALIDADE SEM REALMENTE SAIR DENTRO DELA (É ISSO MESMO)...POIS ESTAR IMERSO DENTRO DE UM LIVRO É REAL. LA SE ENCONTRAM MUITOS PONTOS QUE NÓS VIVEMOS...
NÓS NOS FUNDIMOS COM OS PERSONAGEM E VIVEMOS O LIVRO ACHO Q É POR ISSO QUE EU GOSTO DE LER, A LITERATURA É FASCINANTE E DE FÁCIL ACESSO É UM JEITO FACIL DE FUGIR DA REALIDAE, VIVER ALTAS AVENTURAS,ESTIMULAR O CEREBRO E NA VDD NÃO SAIR DO LUGAR.
ESSA É A COISA MAIS MAGICA DO MUNDO
A COISA MAIS MAGIKA DE UM LIVRO

segunda-feira, 18 de abril de 2011

coelhos assassinos

coelhos assassinos invadiram o mundo
com seus ovos de chocolate
eram tão fofinhos
tão bonitinhos
mas cansaram de receber apenas só carinho
pegaram suas grandes armas
munidas de cenoura
e decidiram fazer a revolução
e então convocaram a grande reunião
cansaram da páscoa
das crianças chatas
e agora vieram para matar
e o que fazer?
se os seres humanos não conseguem entender
ninguém imagina como os coelhos estão
frustrados necessitados
cansados de apenas servir
querem também se divertir
mais ninguém os entendem não querem nem tentar
todos estão na mira dos coelhos assassinos
eles não vão liberar ninguém
eles odeiam o mundo
estão cansados de tudo
então vão matar para se sentir bem!!!





FELIZ PÁSCOA P/ TODOS...!!!

sexta-feira, 4 de março de 2011

frases do dia

não gosto de lugares lotados. Odeio chegar atrasado pra não ter que cumprimentar todo mundo. Carnaval pra mim é tentativa de suicídio. Só converso com quem eu conheço e gosto. Não suporto gente que fala demais. Prefiro ficar em casa do que sair pra balada. Tenho poucos amigos. As pessoas acham que eu sou cara fechada. Não gosto de festas, sou antissocial.

Você aguentaria conhecer minha verdade? Pois tome. Prove. Sinta. Eu tenho preguiça de quem não comete erros. Tenho profundo sono de quem prefere o morno. Eu gosto do risco. Dos que arriscam. Tenho admiração nata por quem segue o coração. Eu acredito nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar. Dar a cara a tapa! Ser louca, estranha, linda, chata! Eu sou assim. Tenho um milhão de defeitos. Sou volúvel. Tenho uma tpm horrivel. Sou viciada em gente. Adoro ficar sozinha. Mas eu vivo para sentir. Por isso, eu te peço. Me provoque. Me beije a boca. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, pelo amor de Deus, me faça sentir... Um beliscãozinho que for, me dê. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar e ficar com cara de sapo. Este é o meu alimento: palavras para uma alma com fome. Meu coração é minha razão. Essa é a lógica que inventei pra mim.

ninguem ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta, o amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão, o verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar, ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano, isso são só referenciais, ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca, ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Eu sempre estive entre aspas Ficar triste é um sentimento tão legitimo quanto a alegria. Reclamar do tédio é fácil, difícil é levantar da cadeira pra fazer alguma coisa que nunca foi feita. Queria não me sentir tão responsável pelo que acontece em meu redor. Felicidade é a combinação de sorte com escolhas bem feitas. Pessoas com vidas interessantes, interessam-se por gente que é o oposto delas. Emoção nenhuma é banal se for autêntica. Dar certo não está relacionado ao ponto de chegada, mas ao durante. O prazer está na invenção da própria alegria, porque é do erro que surgem novas soluções, os desacertos nos movimentam, nos humanizam, nos aproximam dos outros. Enquanto o sujeito nota 10, nem consegue olhar pro lado, sobe pena de ver seu mundo cair. O mundo já caiu baby, só nos resta dançar sobre os destroços. Nosso maior inimigo é a falta de humor.

Não tenho a pretensãode que todas as pessoas que gosto, gostem de mim, nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível, e que esse momento será inesquecível.

Querido papai noel,tem um carinha que tá me tirando o sono, será que você pode trazer ele pra mim? Eu poderia estar roubando, matando, mas estou aqui, humildemente te pedindo, porque eu não aguento mais ficar sem dormir!

Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa realmente gostar, ela volta.

Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos trinta anos. Não contaram para nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta, a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é apenas mais agradável. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Ah, também não contaram que ninguém vai dizer isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.

No momento que você se preparava para entrar na minha vida, eu mal podia saber que seria para ficar. E mesmo separados posso sentir quando pensa em mim, é como não ver o sol mas ter certeza de que está lá.

Ser forte,é ver a pessoa amada com outra, e sorrir com os olhos cheios de lágrimas

Eu queria apenas 1 minuto ao seu lado; para dizer q na primeira vez q te vi não te achei tão lindo, talentoso, e perfeito como acho agora, dizer q o amor q eu sinto por vc, eu nunca senti e nunca sentirei por outro alguém.
Não sei explicar exatamente o q eu sinto por ti, só sei q é amor e não preciso de provas para ter certeza disso. Não importa o q aconteça, nada nem ninguém vai mudar o q eu sinto;
Você não faz ideia do q sou capaz de fazer para poder te dar um beijo, um abraço, ou apenas te tocar.
Não é nem um pouco fácil ser julgada ao dizer que 'eu amo' , não é nada fácil ouvir coisas maldosas sobre você, na verdade, não é nada fácil saber que a pessoa que eu mais amo no mundo nem sabe da minha existência.
Não sei se somente 1 minuto seria o suficiente pra dizer absolutamente tudo. Mas seria suficiente para dizer que te amo

Ser forte é aceitar que a pessoa que você ama esta sendo feliz com outra pessoa. É deixar ele(a) ser feliz com a outra pessoa e não mostrar a sua tristeza. É guarda as suas lagrimas quando ver ele(a) com a(o) outra(o). É chorar sosinha(o). É ver ele(a) e a(o) outra(o) ON e imaginar oque eles podem estar conversando. É lutar contra si proprio para não agarrar ele(a) É não poder olha nos olhos dele(a) para não mostrar o seu amor. EU SOU FORTE !


morte em vida vida em morte

como definir a morte?
talvez seja nela a hora em que tudo se acaba, ou talvez seja a hora em que tudo comesse.
o pior de se estar a beira da morte naum é a certeza do fim da vida.
e sim a certeza de q naum se fez td q se tinha vontade.
se há mais arrependimentos do que vitórias, se não pediu perdão a todos que devia e não foi perdoado por todos a quem magoou..
afinal, de quem é a culpa da morte?
a culpa da morte é culpa da vida?
a culpa da morte é culpa da falta de vida?
a culpa da morte é culpa do destino?
ou a culpa da morte é culpa de deus?
eu particularmente naum acredito em nenhuma dessas alternativas
principalmente na ultima
pois afinal quem é deus?
ele naum pode ser culpado pela morte ja que é um ser inexistente
ele é só um ser criado pela mente humana
só um grande personagem de um livro chamado bivlia com o qual o autor guanha por suas vendas até hj
pois engana e iludi as pessoas com as palavras de seu livro
quem não existe não pode ser culpado pela morte de ninguem..
mais e quem escolhe tirar a propia vida?
é preciso ser mt corajoso para ter coragem de tirar a propia vida 
mais tambem é preciso ser mt covarde por não se ter coragem de continuar a viver e não esperar que a morte chegue a você
é um grande conflito em que todos nós passamos pelo menos uma vez na vida
um tão grande conflito interno que nem mesmo a mais perfeita das vidas assume a responsabilidade..
e a morte em vida?
e quando nosso coração para, fica parado, somos considerados mortos,e derrepente voltamos a viver?
qual sentimento prevalece?
o da felicidade pela segunda chance no mundo?
ou
o da tristesa pelas sequelas que ficam no corpo, na memoria e na alma?
sequelas que são impossiveis de ser ignoradas
cicatrizes eternans carimbadas em nosso corpo
memorias sangrentas de um dia infernal.
o qual marcou nosso vida para sempre
depois desse dia a vida nunca mais vai ser a mesma
a  vida em morte e a morte em vida 
é muito pior que  uma vida infeliz ou uma morte conturbada, 
pois ela é as duas fundidas em uma só!!!
e quem mata?
quem acha que tem o direito de tirar vidas?
e quem tira as vidas?
quem tira o direito das pessoas de viverem
tem que ser maior moralmente do que a pessoa a qual esta sendo morta p/ decidir que a vida dessa pessoa naum pode mais ser vivida e nem convivida com outras milhares de pessoas
quem tira vidas tem que se achar quase o inexistente deus 
pois escolhe quem vive e quem morre
tambem existem os que salvam as vidas
esses dedicam suas vidas em pró de outras vidas
esses podem ser chamados de nobres
eles fazem de td para naum deixar que a morte leve mais vidas

e afinal como definir a morte?
é mais facil definir primeiro a vida
pois todos nós criamos vidas
somos tds seres reprodutores
e se alguem morre é pq um dia ja viveu
entaum podemos nos considerar todos assassinos por colocar vidas no mundo sabendo que ela serão tiradas um dia


                                                                  by: gaby niza [[anjo negro das trevas]]



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

livro feios

como prometido esta aqui
a sinopse do livro feios


Tally Youngblood é feia. Não, isso não significa que ela é alguma aberração da natureza. Não. Ela simplesmente ainda não completou 16 anos. Em Vila Feia, os adolescentes ficam presos em alojamentos até o aniversário de 16 anos, quando recebem um grande presente do governo: uma operação plástica como nunca vista antes na história da humanidade. Suas feições são corrigidas à perfeição, a pele é trocada por outra, sem imperfeições ou – nem pense nisso – espinhas, seus ossos são substituídos por uma liga artificial, mais leve e resistente, os olhos se tornam grandes e os lábios, cheios e volumosos. Em suma, aos 16 anos todos ficam perfeitos.
Tally mal pode esperar pelo seu aniversário. Depois da operação, vai finalmente deixar Vila Feia e se mudar para Nova Perfeição, onde os perfeitos vivem, bebem, pulam de paraquedas, voam a bordo de suas pranchas magnéticas, e se divertem (o tempo todo). Mas, enquanto espera que as poucas semanas até completar 16 anos passem, Tally precisa se distrair.
Uma noite, ela conhece Shay, uma feia que não está nem um pouco ansiosa para completar 16 anos. Pelo contrário: Shay pretende fugir dos limites da cidade e se juntar à Fumaça, um grupo de foras-da-lei que sobrevive retirando seu sustento da natureza.
Para Tally, isso é uma maluquice. Quem iria querer ficar feio para sempre, ou se arriscaria a voltar para a natureza e
queimar árvores para se aquecer, em vez de viver com conforto em Nova Perfeição e se divertir à beça? Mas, quando sua amiga desaparece, os Especiais, autoridade máxima deste novo mundo, propõem um acordo com Tally: se unir a eles contra os enfumaçados ou ficar feia para sempre. A escolha de Tally irá mudar o mundo para sempre.





tem tambem o livro perfeitos o segundo livro da serie

Tally finalmente é perfeita. Agora seu rosto está lindo, as roupas são maravilhosas e ela é muito popular. Mas por trás de tanta diversão – festas que nunca terminam, luxo e tecnologia, e muita liberdade – há uma incômoda sensação de que algo importante está errado. Então Tally recebe uma mensagem, vinda do seu passado, que a faz se lembrar qual é o problema na sua vida perfeita. Agora ela precisará esquecer o que sabe ou lutar para sobreviver – as autoridades não pretendem deixar que alguém espalhe esse tipo de informação.



 um beijão gaby niza


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

decepicionada

estava eu hj
acordei animada com o clima bom[(frio e chuva) alguem qr melhor?]
tomei um banho coloquei um roupa preta e um tenis mais colorido que o arcoiris
e fui para a escola toda animada de camiseta olhando feio para o meu moleton q estava amarrado na cintura.
chego la todo mundo irritado porcausa do tempo ruim
encontro a primeira amiga e ela ta depre
ok
boa amiga q eu sou comesso a cantar para poder animar ela
eu cantei restart, cine, hevo 84,nx, banana caramelo, uma barata na minha cama, legião urbana, um mamute viro merda,roubou pão na casa do joão, green day, inimigos da hp, luan santana, beonce, lady gaga,e mais um montão... foi divertido mais ela ainda ficou depre
fomos para a escola
primeira aula vaga(só para variar um pouquinho)
segunda aula
português aula inteirativa foi bem legal
terceira aula
hora de ir embora ve se pode
eu tenho 6 aulas e hj só tive uma!
estou decepicionada com isso
fui para casa
liguei o pc
msn conversei com um montão de gente
fui ao mercado comprei trakinas e refrigerante
coloquei cine na ultima altura e cantei alto 'a ursupadora'
larissa me tiro da minha diverção e fomos pegar o irmão dela na escola debaixo de chuva(exagero só tava uma garoinha)
passei na doceria e comprei muuuuuuiiiiiiiiiiiito chiquete(viciada aqui)
na hora de pegar o irmão dela assim q o sinal bateu as criancinhas sairam correndo parecendo q estavam fugindo da policia
foi bem tenso
voltando para casa encontramos o dodo
e ficamos mais de uma hora parados falando besteira
bati nele pacas
depois chego o fabinho e o dodo saiu correndo
era uma meio dia e meia mais ou menos até que
pirua do meu irmão passa e não me ve
gente vcs não sabem o quanto eu corri para alcansar essa pirua
dormi a maior parte da tarde
e agora to aqui postando para vcs como foi o meu dia
ps: amanhan vou na livraria comprar um livro muito massa
depois posto a resenha do livro para vcs tenho certesa q até qm não gosta de ler vai querer lelo
bjão gente
gaby niza

terça-feira, 14 de setembro de 2010

um oi

olha eu aqui
para quem não me conhese eu sou a gaby
tambem conhecida como niza
e esse é o meu blog.
legal né!
não.
na verdade não é.
eu só sou uma pessoa comum
sem nada demais
uma adolescente que ja q não tem nada para fazer faiz um blog só para encher o saco
mais entrem ai
vai ser divertido.
qm me conhese sabe q vai
vai ter muita locura
risada
bestera
suruba
brigas
é isso
                                                    um bjo grande no fundo do peito de cada um q ta lendo
            fui
                                           gaby niza